Quem passa por Campo Grande e conhece o Bioparque Pantanal costuma sair com uma história para contar. Dessa vez, quem se encantou com a experiência foi o ator Odilon Wagner, que esteve na Capital no último fim de semana para apresentações do espetáculo “A Última Sessão de Freud” e aproveitou a passagem pela cidade para conhecer o complexo.
A visita rendeu um carrossel com 20 fotos e vídeos publicados pelo ator nas redes sociais, mostrando diferentes momentos do passeio e os espaços do Bioparque. Encantado com a estrutura e a proposta do local, Odilon destacou especialmente a diversidade de espécies e o trabalho de preservação desenvolvido no espaço.
“É uma das coisas mais deslumbrantes que eu já vi na vida. É o maior aquário de água doce do mundo, com todas as espécies brasileiras e muitas até de fora”, afirmou o ator.
Além da grandiosidade dos aquários, Odilon também chamou atenção para o trabalho realizado pelo Bioparque na área de preservação e museologia. Para ele, a experiência vai além de observar os animais e proporciona uma nova forma de compreender a relação entre o ser humano e a natureza.
“Eles fazem um trabalho muito bonito de preservação e museologia. É muito encantador, saímos daqui realmente entendendo o mundo e a natureza de um jeito diferente. Estou absolutamente encantado”, declarou.
Ao compartilhar a experiência, o ator ainda aproveitou para convidar quem pretende conhecer Mato Grosso do Sul a incluir o Bioparque no roteiro.
“Se você puder vir a Mato Grosso do Sul, Campo Grande, não perca essa visita. Olha que coisa deslumbrante!”, recomendou.
Odilon esteve em Campo Grande no último fim de semana para apresentações da peça ‘A Última Sessão de Freud’, que contou até mesmo com sessão extra, tamanho sucesso.
Com direção de Elias Andreato, a peça reúne Odilon Wagner e Marcello Airoldi nos papéis de Sigmund Freud e do escritor britânico C.S. Lewis, autor da série “As Crônicas de Nárnia”. A história parte de um encontro fictício entre os dois intelectuais para explorar questionamentos que atravessam gerações, como a existência de Deus, os limites da ciência, o sofrimento humano, o amor, a morte e a busca por sentido na vida.
A narrativa se passa em 1939, no início da Segunda Guerra Mundial, período de profundas transformações no mundo. Nesse cenário, Freud, conhecido por seu olhar cético sobre a religião, recebe Lewis, que havia abandonado o ateísmo e se tornado um dos principais pensadores cristãos de sua época.
O diálogo entre os personagens evolui para uma conversa repleta de provocações sobre espiritualidade, comportamento humano, sexualidade, relações pessoais e finitude, sem a intenção de convencer o público, mas de instigar diferentes perspectivas.
Em cartaz desde 2022, “A Última Sessão de Freud” tornou-se um dos maiores fenômenos recentes do teatro brasileiro. A produção já ultrapassou 420 apresentações, percorreu o país em três turnês nacionais e segue atraindo plateias por transformar um debate filosófico em uma experiência acessível, sensível e atual com muito bom humor.
Por Carolina Rampi